Psicólogo e Bacharel em Psicologia pela Universidade de Brasília. Pós-graduação em Psicanálise Lacaniana.
Meu objetivo, aqui, é a produção de textos orientados ao progresso da psicanálise, evitando a) a inércia da academia, b) os jogos de prestígio das instituições e c) a polêmica por engajamento das redes sociais. Fazer uma psicanálise que seja comunicável e responsabilizável, evitando o esoterismo que costuma ser o principal orientador da produção psicanalítica.
Uma psicanálise ciborgue/mutante/xeno, que assume a diversidade acima da pureza. Uma psicanálise pragmatista, que toma consequências como mais importantes que a investigação das causas últimas. Uma psicanálise científica, que nega o romantismo vitalista e a retórica encantadora dos mestres em favor de uma crítica racional. Uma psicanálise pós-moderna, que leva o esvaziamento de termos como "humanidade" e "verdade" a suas últimas consequências.
O discurso psicanalítico é permeado de suposições que nunca entram em questão: metafísica da presença, representacionalismo, realismo intuitivo, fundacionalismo dogmático, excepcionalismo humano. Nossa alternativa é o comprometimento responsável com uma ontologia naturalista. O mundo da linguagem é o mundo que temos - sem mais, sem menos.
Devemos recusar relativismos fáceis. Se a natureza é injusta, transformemos a natureza.
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